Com o objetivo de profissionalizar o pequeno varejo nacional por meio de capacitação técnica gratuita e incentivar o consumo de comércios de bairro o movimento #CompredoBairro foi lançado no dia 6 de abril, em todo o país, por líderes de oito grandes empresas, apoiados pelo Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (Sebrae nacional), pela organização Endeavor e pela consultoria LHH.

Em entrevista a Agência Brasil, o idealizador do movimento #CompredoBairro, o empresário Guilherme Weege, disse que o momento que o país está atravessando, com a paralisação de inúmeros comércios e serviços devido à pandemia do novo coronavírus, levou o grupo de empresários a decidir que o projeto deveria ser lançado o quanto antes para atender os pequenos negócios das cidades, os mais afetados pela crise.

Na prática, Guilherme Weege explicou que o movimento tem dois grandes objetivos. O primeiro engloba capacitação e informação para gestão financeira de caixa. “Muitas vezes, a informação não chega a esse pequeno negócio e, quando chega, ele não sabe por onde começar. Então, primeiro a gente vai concentrar conteúdos de muitas fontes diferentes e ajudar a distribuir. A gente vai colocar na nossa plataforma tudo que for surgindo de novo, de maneira muito mais rápida e com informações consistentes”.

Ainda dentro da capacitação, o movimento pretende ajudar o pequeno lojista a fazer marketing digital, ensiná-lo a usar o WhatsApp e outras ferramentas modernas para que ele consiga fazer relacionamento de venda por canais que ele hoje não dispõe. “Ajudando esse pequeno a se capacitar e se digitalizar. A ter algum tipo de receita neste momento e estar mais forte para uma retomada”.

 

Fluxo para loja

O segundo grande objetivo, que o pequeno lojista não começará agora, mas daqui a algumas semanas, consiste em levar fluxo para essa loja, na medida em que mais pessoas comprarem das lojas do seu próprio bairro. Cartazes com esse objetivo serão espalhados em outdoors pelo país, conscientizando a população da diferença que faz o dinheiro gasto em um pequeno empreendimento do bairro, mesmo que seja de pequeno valor, para os milhões de pessoas que dependem da renda desses pequenos varejos.

“Comprar nesse momento produtos nacionais e localmente no bairro faz uma diferença enorme para a economia dessas dezenas de milhões de pessoas”, exclamou o idealizador do movimento. Guilherme Weege informou que a média de tempo por acesso à plataforma hoje pela manhã era de 12 minutos. Isso significa que as pessoas estão vasculhando os conteúdos em busca daquilo que mais lhes interessa, acrescentou.

Weege diz esperar que depois, já com as vendas totalmente restabelecidas, o movimento poderá medir os resultados alcançados pelo engajamento do público.

 

Conteúdos

A parceria com o Sebrae vai disponibilizar inicialmente conteúdos relacionados à gestão financeira e contábil, crédito, digitalização e marketing digital na plataforma.

De acordo com dados oficiais do Sebrae relativos a 2019, 6,3 milhões de pequenos negócios compõem o pequeno varejo brasileiro, setor que responde pelo sustento direto de cerca de 13 milhões de pessoas no país. Para Guilherme Weege, esses números retratam a força e a importância socioeconômica do pequeno varejo nacional.

O analista de inteligência de mercado do Sebrae nacional, Renato Perling, explicou à Agência Brasil que, na prática, será muito fácil para os pequenos comerciantes entrarem na plataforma. “Nós fizemos da forma mais fácil possível para que o pequeno negociante possa entrar rapidamente. Lá ele vai encontrar uma página específica do Sebrae, com dicas sobre as medidas que o governo está tomando, dicas de segurança para o negócio dele neste período, e também conteúdos digitais para este momento de crise, como crédito, finanças, marketing digital etc. Uma série de conteúdos adaptados para este momento de crise”, revelou Perling.

 

Cursos online

Na plataforma, o pequeno empresário encontrará cursos e capacitações online e, também, acesso a conteúdos digitais da temática que ele quiser, tudo gratuito. Ali, ele terá informações sobre o mercado de trabalho. “Ele terá acesso a lives (transmissão em tempo real), webinars (conferências online). São conteúdos mais rápidos, de pequena duração e ele interage com quem está ali dando aquelas dicas”, disse Perling. Os cursos são feitos no horário que o pequeno lojista quiser e puder, esclareceu Perling.

“É bem facilitado para a gente poder ser parceiro neste momento. E vai ser um grande atalho para o portal do Sebrae”, destacou o analista. O pequeno negociante terá na plataforma #CompredoBairro acesso aos conteúdos do Sebrae nacional. “Vai ser um ambiente ajudando o outro”. Segundo Perling, a preocupação do Sebrae é ajudar o máximo de pessoas possível.

Renato Perling salientou ainda que a ideia do movimento é que ele não morra no período pós-crise do novo coronavírus, mas que possam ser feitos também atendimentos presenciais aos empresários pelo Sebrae, para levar consultorias e outras ações para fomentar o negócio local. “A gente está de olho nesse segundo momento; que ele aconteça na hora certa para a gente botar o bloco na rua”, pontuou o analista.

A iniciativa socioeconômica é projeto pessoal dos empresários Guilherme Weege (Grupo Malwee), Fred Trajano (Magazine Luiza), Artur Grynbaum (Grupo Boticário), Jean Jereissati Neto (Ambev), Marcel Szajubok (Embelleze), André Street (Stone), Alcione Albanesi (FLC) e Ana Fontes (Rede Mulher Empreendedora), com o apoio do Sebrae. As empresas não fazem parte da iniciativa, que é projeto pessoal das lideranças envolvidas.

(Agência Brasil).

 

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Lojas fechadas, consumidores em casa e estoque parado. Essa equação pode ser convertida em ganhos ou perdas, dependendo da visão que o empreendedor tiver nesse momento de quarentena por conta do avanço do novo coronavírus, responsável pela doença Covid-19.

Cada estratégia vai depender do tipo de negócio oferecido pela empresa. Se trabalhar com alimentos, remédios ou bens perecíveis, por exemplo, a ordem é tentar escoar tudo antes da data de validade, seja com promoções em delivery ou até mesmo doação. “Os bens essenciais continuam tendo demanda. Logo, em farmácias, supermercados e restaurantes que fazem entregas, por exemplo, o abastecimento de estoque é necessário nesse momento”, afirma o assessor econômico da FecomercioSP, Guilherme Dietze.

A entidade recomenda que estabelecimentos comerciais de bens duráveis não aumentem estoque nesse momento. O especialista ajudou a listar algumas dicas para quem atua nesse nicho conseguir dar vazão ao estoque parado e movimentar o fluxo de caixa. Confira:

Diminua a margem de lucro

A porta está fechada, mas o custo do estoque continua ali. O especialista sugere que o empreendedor que não tem um e-commerce negocie os produtos em redes sociais ou sites específicos para venda que atinjam a clientela do bairro, para que consiga fazer a entrega em domicílio. “Essa é a hora de vender o estoque para gerar caixa, pagar aluguel, custos básicos e funcionários, sem se preocupar tanto com a margem de lucro, pois não sabemos por quanto tempo o comércio terá que ficar parado”, diz Dietze.

Ele também recomenda que o lojista procure crédito a preços acessíveis para honrar todos os pagamentos nesse período e manter a empresa aberta. “É preferível sobreviver com crédito barato agora a demitir todo mundo, vender todo o mobiliário e depois ter que recomprar tudo novamente e treinar novos funcionários. O tempo perdido com isso talvez seja maior do que tentar sobreviver durante essa crise, preservando o negócio e os empregos”, aconselha.

Enxergue oportunidades

Bens duráveis e semiduráveis são os que mais têm sofrido com a crise no momento. Principalmente os varejos de móveis, vestuário e eletroeletrônicos. Nesse sentido, Dietze aconselha que o empreendedor analise o contexto: crianças em casa e trabalho em esquema de home office são os cenários de boa parte da população nesse momento, por exemplo. Assim, uma loja de brinquedos pode oferecer itens educativos ou novos produtos que distraiam os pequenos, por redes sociais ou pelo mailing de pais que já tem, e negócios de móveis podem focar em utensílios para melhorar o trabalho em casa, como mesas, cadeiras e luminárias, ou até mesmo oferecer um home office planejado.

“Nessa linha cabe a criatividade do brasileiro. Ache sua maneira de desovar estoque. Deixe folhetos no bairro, faça as entregas, procure saber se há interesse de compra pelo seu produto. Estoque elevado é custo e é o que a empresa menos precisa nesse momento.”

Aposte em produtos com valor menor

Não é um bom momento para vender itens de maior valor, como eletrônicos e eletrodomésticos, na visão do especialista. “As pessoas estão com medo de perder seus empregos”, diz. Assim, aposte em itens de menor valor, que vão trazer um retorno financeiro mais rápido para o negócio.

Dietze comenta que a imprevisibilidade é o ponto central dessa crise, tanto para o cliente quanto para as empresas. Por essa razão, o foco do empreendedor deve ser fazer caixa suficiente para o próprio sustento e pagar custos fixos que não foram abonados. “Duas semanas de perdas de vendas podem ser recuperadas gradualmente depois. Mas o cenário é outro quando se fala em três a quatro meses com tudo parado.”

Considere doações

O momento é de solidariedade, uma vez que é completamente atípico e contraria qualquer teoria econômica. Alguns produtos de primeira necessidade podem não ter a saída esperada, por exemplo. “Muita gente já está sofrendo pela reclusão social. Pouco a pouco, oferecer certa solidariedade faz bem. Oportunismo não é palavra adequada para esse momento. Se você pode doar, é movimento razoável”, sugere Dietze.

(Pequenas Empresas Grandes Negócios).

 

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A pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, fez com que muitos
negócios tivessem de suspensar suas operações físicas e com que muitos
trabalhadores perdessem ou reduzissem sua renda. Qualquer que seja o caso, a
alternativa pode ser a mesma: levar o negócio para a internet.
Não é preciso investir grandes somas de capital para começar no comércio
eletrônico. Diversas plataformas permitem abrir uma loja virtual simples de graça e
sem precisar de profissionais técnicos.

Veja, a seguir, 6 ferramentas para criar sua loja virtual gratuitamente e em poucos
minutos:

1. Google Meu Negócio

Voltado para pequenas e médias empresas, a ferramenta gratuita Google Meu
Negócio tem como principal objetivo facilitar a comunicação com consumidores que
fazem buscas por empresas no Google e no Google Maps. Você pode criar um site
otimizado para dispositivos móveis gratuito para representar sua empresa, usando
automaticamente as informações e fotos presentes no perfil da sua empresa no
Google. Depois, pode postar ofertas de negócio.

Antes de começar, é necessário reivindicar o perfil da sua empresa no Google. As
informações no site serão atualizadas automaticamente quando você alterar seu perfil
– por exemplo, se sua loja física está temporariamente fechada por conta da
pandemia.

2. Ebanx Beep

A fintech paranaense Ebanx lançou uma funcionalidade que permite criar a própria
loja virtual em poucos minutos e começar a vender com CPF ou CNPJ. No Ebanx
Beep não há assinatura ou mensalidade, mas sim uma comissão sobre cada venda.
As lojas permitem pagamentos por boleto ou cartão de crédito. Também é possível
criar cupons de desconto ou vouchers para uso quando seu empreendimento físico
voltar a abrir as portas.

3. Loja Integrada

A Loja Integrada é uma plataforma para a criação de comércios eletrônicos,
pertencente ao grupo VTEX. A Loja Integrada tem 1 milhão de lojas e 20 milhões de
itens comercializados, com vendas concentradas em segmentos como moda e
acessórios, casa e decoração e cosméticos, perfumaria e cuidados pessoais.

Os empreendedores se cadastram, escolhem produtos e selecionam as formas de
pagamentos e de entrega que vão aceitar. A versão gratuita da Loja Integrada permite
5 mil visitas por mês, 50 produtos cadastrados e um administrador.

4. Olist Shops

A startup paranaense Olist lançou o Olist Shops, uma vitrine virtual para que lojistas
vendam seus produtos e serviços e liquidem seus estoques. Os empreendedores
cadastram seus itens em cerca de três minutos: colocam título, descrição, preço e
fotos. Esses produtos e serviços ficam em um site com o nome da empresa, que o
consumidor pode acessar por celular ou computador.

No momento da compra, cliente e empreendedor falam diretamente pelo whatsapp.
Não há cobrança para abrir uma loja nem de comissão sobre vendas no Olist Shops,
diferentemente do visto no Olist tradicional.

5. Vhsys

A startup de gestão empresarial vhsys está fornecendo gratuitamento uma loja virtual
própria para que empresas possam vender pela internet.

O empreendedor poderá usar templates já formatados ou personalizados. Depois,
insere os produtos, descrição e preço. Também pode colocar áreas para chats,
páginas de frete e cupons de desconto. Os pequenos negócios também poderão usar
gratuitamente as ferramentas de e-mail marketing e envio de SMS. Quem já for cliente
terá isenção do pagamento em todos esses serviços.

6. Wix

O Wix permite criar gratuitamente uma vitrine virtual personalizável para começar a
vender online. O empreendedor pode administrar seu catálogo de produtos, definir
opções de pagamento, distribuir cupons e estabelecer regras de entrega e impostos
para cada destino. O Wix não cobra comissão sobre vendas.

(Pequenas Empresas, Grandes Negócios).

 

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Veja no quadro abaixo as datas da implementação da NFC-e para cada empresa:

Conforme a receita bruta anual, para cada empresa há uma data limite para que ela implemente a NFC-e (Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica), em substituição ao Cupom Fiscal. No dia 1º de novembro de 2019 foi publicada a Resolução nº 5.313, que apresentou a prorrogação das datas que já estavam estabelecidas pela legislação. Veja:

Nota Fiscal do Consumidor prazos para implantar
Prorrogação implantação Nota Fiscal do Consumidor

Qual o motivo dessas mudanças?

O motivo é que o fisco está sempre atualizando a legislação para melhorar o monitoramento das transações comerciais, agilizar e facilitar o acesso às informações tributárias de cada empresa. A NFC-e visa oferecer uma nova alternativa, totalmente eletrônica, para os atuais documentos fiscais em papel utilizados no varejo (cupom fiscal emitido por ECF e nota fiscal modelo 2 de venda ao consumidor), reduzindo assim custos de obrigações acessórias aos contribuintes, ao mesmo tempo que possibilita o aprimoramento do controle fiscal pelas Administrações Tributárias.

 

Quais são as vantagens da NFC-e?

Economia

Dispensa do uso do Emissor de Cupom Fiscal e da intervenção técnica.

Permite a utilização de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pela SEF.

Redução significativa dos gastos com papel.

 

Agilidade

Transmissão em tempo real ou on-line da NFC-e.

Não há necessidade de autorização prévia do equipamento a ser utilizado.

 

Flexibilidade

Flexibilidade de expansão de pontos de vendas nos períodos de alto movimento do comércio, sem necessidade de autorização prévia do Fisco.

 

O que devo fazer para realizar essa mudança na minha empresa?

A Sefaz aumentou o prazo para a implementação, mas não deixe para realizar na última hora. A implantação da NFC-e é um processo minucioso, então comece a transição o mais breve possível.

Essa mudança altera todo o processo da operação de venda e emissão de nota fiscal. Com a NFC-e as operações passam a ser totalmente virtuais, exigindo assim um bom software, que atenda todas as suas necessidades e também um treinamento de toda a equipe que trabalha no setor.

Compreendeu a mudança que tanto é falada ultimamente? Ficou alguma dúvida? Já quer saber como é o passo a passo para realizar essa mudança na sua empresa?

Entre em contato com a Explend Soluções. Nós já fizemos essa mudança em diversas empresas, e temos o conhecimento necessário para te ajudar da forma mais prática possível.

É só clicar aqui que um de nossos consultores vai falar com você para dar todas as explicações e instruções, sem compromisso.

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Ou ligue: (34) 3293-0101 / 0800 940 8900 e agende uma demonstração gratuita.

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Régua de Cobrança nada mais é do que uma ferramenta de gestão financeira essencial para garantir o seu faturamento e, em consequência, reduzir a inadimplência. A Régua estabelece como e quando acontecerá cada etapa da cobrança.

Uma das questões mais importantes é identificar e definir os melhores momentos para entrar em contato com o cliente com a finalidade de que sua fatura em aberto seja paga.

O que a Régua de Cobrança da Explend pode fazer por você

A Régua de Cobrança da Explend é uma solução que, depois de configurada, realiza o envio automático de e-mails que podem ser de cobrança, confirmação de pagamento, felicitações de aniversário e lembretes de vencimento. Os e-mails enviados utilizam um arquivo HTML que pode ser personalizado de acordo com a necessidade de  cada empresa.

No modelo de cobrança podem ser configurados quatro modelos de envio, sendo que cada um pode ser configurado a quantidade de dias que a fatura está em atraso. Por exemplo: 1 dia de atraso envia um determinado tipo de e-mail; 5 dias de atraso envia outro tipo de e-mail e assim sucessivamente.

Na confirmação de pagamento, o sistema dispara o e-mail assim que for registrada a baixa do registro no contas a receber.

Na felicitação de aniversário o sistema envia um e-mail automático conforme a data de nascimento registrada no sistema, podendo ainda definir se vai ser enviado para os dependentes, somente para a pessoa física ou somente para os clientes ativos.

E em relação ao lembrete de vencimento, ele será enviado automaticamente um dia antes do vencimento do registro.

Régua de cobrança, inadimplência
Receba da melhor forma dos inadimplentes.

Combinando o recurso da Régua de Cobrança com o registro de e-mail e o Dashboard, você terá uma melhor visão do que está acontecendo na cobrança, o registro do e-mail permite visualizar se o e-mail foi enviado, se ele foi recebido e se ele foi aberto, importando essas informações no Dashboard podemos ter uma visualização de tudo isso em um gráfico.

Essa é uma das principais funções da Régua de Cobrança da Explend – identificar os inadimplentes no seu ERP, e enviar os e-mails automaticamente.

Indicativos de quem usa a Régua

Utilizando um exemplo real, em um comparativo do segundo semestre de 2018 com o segundo semestre de 2019, dentro da base de clientes da Explend Soluções, a inadimplência foi reduzida em 40% com a utilização da Régua de Cobrança.

Não deixe seu dinheiro “perdido” por aí, deixe a Régua trabalhar por você. Empresas com essa ferramenta têm uma inadimplência até 27% menor que a média do mercado.

Para falar com um de nossos consultores, entre em contato pelo nosso telefone: (34) 3293-0101 ou pelo nosso Fale Conosco clicando aqui.

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O que a sua empresa tem a ver com a obrigatoriedade da Nota Fiscal do Consumidor eletrônica?

Ultimamente você deve estar sendo “bombardeado” com tantas explicações sobre a NFC-e em Minas Gerais, não é verdade? É muita explicação para um assunto não tão complexo, mas que pode confundir um pouco. Mas essa mudança vai ser muito boa para todas as partes, tanto os lojistas quanto o consumidor final.

 

A melhor forma de explicar é dando um exemplo, então veja só:

Você fez uma venda em seu comércio para o seu cliente, seu consumidor final. Ao receber o pagamento você emite o cupom fiscal para ele. Não é isso? Pois então, esse processo que está em mudança (mudança essa que começou em Minas Gerais no final de 2018 e vai seguir até 2020).

 

Com as alterações, ao invés de emitir e imprimir o cupom fiscal, você vai emitir a NFC-e. E você pode imprimi-la ou não, em uma impressora comum. A outra opção é salvar a nota fiscal do consumidor em PDF e enviar para o e-mail do seu cliente, ou por SMS, ou até mesmo no whatsapp. E agora você deve estar se perguntando: Qual o motivo dessa mudança?

 

O motivo é que o fisco está sempre atualizando a legislação para melhorar o monitoramento das transações comerciais, agilizar e facilitar o acesso às informações tributárias de cada empresa. A NFC-e visa oferecer uma nova alternativa, totalmente eletrônica, para os atuais documentos fiscais em papel utilizados no varejo (cupom fiscal emitido por ECF e nota fiscal modelo 2 de venda ao consumidor), reduzindo assim custos de obrigações acessórias aos contribuintes, ao mesmo tempo que possibilita o aprimoramento do controle fiscal pelas Administrações Tributárias.

 

Quais são as principais vantagens da NFC-e?

Economia
Dispensa do uso do Emissor de Cupom Fiscal e da intervenção técnica.

Permite a utilização de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pela SEF.

Redução significativa dos gastos com papel.

 

Agilidade

Transmissão em tempo real ou on-line da NFC-e.

Não há necessidade de autorização prévia do equipamento a ser utilizado.

 

Flexibilidade

Flexibilidade de expansão de pontos de vendas nos períodos de alto movimento do comércio, sem necessidade de autorização prévia do Fisco.

 

Qual será o prazo para sua empresa começar a emitir a NFC-e?

Conforme o perfil de cada estabelecimento, a renda bruta anual, há uma data limite para que ela implemente a NFC-e, em substituição ao cupom fiscal.

 

No dia 1º de novembro deste ano foi publicada a Resolução nº 5.313, que apresenta algumas mudanças nas datas que já estavam estabelecidas pela legislação. Veja:

 

I – 1º de março de 2019, para os contribuintes que se inscreverem no Cadastro de Contribuintes deste Estado a contar da referida data.

II – 1º de abril de 2019, para os contribuintes:

  1. a) enquadrados no código 4731-8/00 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE – (comércio varejista de combustíveis para veículos automotores);
  2. b) cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$100.000.000,00 (cem milhões de reais).

III – 1º de julho de 2019, para os contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais), até o limite de R$100.000.000,00 (cem milhões de reais).

IV – 1º de outubro de 2019, para os contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018 seja superior ao montante de R$ 4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais), até o máximo de R$15.000.000,00 (quinze milhões de reais).

Novas datas:

V – 1º de fevereiro de 2020, para os contribuintes cuja receita bruta anual, auferida no ano-base 2018, seja superior ou igual ao montante de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), até o máximo de R$ 4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais).

VI – 1º de junho de 2020, para os contribuintes cuja receita bruta anual, auferida no ano-base 2018, superior ou igual ao montante de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), até o máximo de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).

VII – 1º de setembro de 2020, para os contribuintes cuja receita bruta anual auferida no ano-base 2018, seja superior ou igual ao montante de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais), até o limite de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais).

VIII –  Contribuintes que estiverem enquadrados como microempresa, ou seja, empresas que tenham receita bruta anual igual ou inferior a R$ 120.000,00, ficam dispensados da emissão da NFC-e. Mas, caso a empresa ultrapasse esse valor, a emissão da nota será obrigatória no prazo de 60 dias contados.

 

O que devo fazer para realizar essa mudança na minha empresa?

A Sefaz aumentou o prazo para a implementação, mas não deixe para realizar na última hora. A implantação da NFC-e é um processo minucioso, então comece a transição o mais breve possível.

Essa mudança altera todo o processo da operação de venda e emissão de nota fiscal. Com a NFC-e as operações passam a ser totalmente virtuais, exigindo assim um bom software, que atenda todas as suas necessidades e também um treinamento de toda a equipe que trabalha no setor.

Compreendeu a mudança que tanto é falada ultimamente? Ficou alguma dúvida? Já quer saber como é o passo a passo para realizar essa mudança na sua empresa?

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