Para alguns profissionais, as visitas presenciais são necessárias para alavancar
vendas, no entanto, com as restrições impostas, outros caminhos terão que ser
tomados.

Com o agravamento da crise ao ponto da Organização Mundial da Saúde declarar o
coronavírus (Covid-19) como pandemia, empresas e organizações do mundo inteiro
têm limitado as atividades de seus colaboradores. Umas das medidas é incentivar o
trabalho via home office. Porém, o que os profissionais que atuam na área comercial,
sejam vendedores, televendas e representantes comerciais podem fazer neste
momento?

Segundo o especialista em vendas, professor Isaac Martins, mestre em Comunicação
Organizacional e autor de vários livros, “infelizmente em alguns segmentos as metas
precisarão ser revistas e que os gestores da área de vendas terão que se adaptar”. A
verdade é que para alguns profissionais, as visitas presenciais são necessárias para
alavancar vendas, no entanto, com as restrições impostas, outros caminhos terão que
ser tomados. O professor Isaac apontou alguns caminhos, que são:

 

Uso do telefone

 

Em situações de risco, onde as visitas aos clientes são evitadas, a ideia é usar o
telefone, afirma Martins. “O telefone é um meio de comunicação muito eficaz, através
dele o profissional de vendas pode aumentar sua performance. Porém, não basta
pegar o telefone e sair ligando, há necessidade de montar uma abordagem ou script
para que as ligações sejam mais assertivas”, completa o especialista.

Prof. Martins aponta alguns dos objetivos dessa ligação. “Pode-se ligar para
relacionar com os clientes atuais, fazer novos pedidos ou até mesmo prospectar
futuros clientes. É claro que a maioria dos vendedores já usam o telefone para se
relacionar, no entanto, o incentivo aqui é usar de maneira mais sistêmica.”

 

Importância da base de contatos

 

Além de usar o telefone para contatar os clientes, é bom aproveitar o momento do
trabalho home office para capturar novos prospects. Faça uma pesquisa minuciosa
do público alvo, target e persona. O que importa não é a quantidade de contatos
achados, mas sim a qualidade. “Essa pesquisa pode ser no próprio Google, no
Instagram, no Facebook e também no LinkedIn. Peço para os vendedores acharem
15 contatos alvos diariamente, se o vendedor chegar próximo a esse número seus
resultados pós coronavírus (Covid-19) serão surpreendentes”, ressalta o prof. Isaac
Martins.

 

WhatsApp

 

De acordo com a pesquisa Mensageria no Brasil – fevereiro 2020, publicada pela
Panorama Mobile Time/Opinion Box, 76% dos brasileiros usam de maneira
comercial, 61% recebem promoções e 54% compram pelo app. Em vista disso, o
WhatsApp é a maior arma para quem vai trabalhar via home office na época de surto
do coronavírus.

“O WhatsApp tem recursos que podem mudar o cenário comercial na era digital”,
comenta Martins. Hoje são milhões de mensagens de compra e venda a cada
momento. Pesquisas apontam que a maioria dos usuários brasileiros não usam todos
os recursos disponíveis pelo aplicativo. “Os profissionais de vendas podem usar o
recurso de vídeo para realizar visitas virtuais, a criação de um grupo estratégico com
os clientes para manter o canal de comunicação aberto e até mesmo usar os status
para vender mais” explica o professor.

O incentivo é mais uma vez investir em conhecimento. Hoje os vendedores já usam o
WhatsApp no seu dia a dia, porém com mais informações conseguirão acelerar a
performance.

O especialista em vendas listou algumas atividades que os vendedores podem fazer
nesse período turbulento:

– Utilizar o telefone para se relacionar com os clientes.

– Realizar ligações para toda a rede de contatos, mesmo os inativos e inadimplentes.

– Ter uma lista de prospecção e entrar em contato buscando obter avanços.

– Utilizar todas as ferramentas do WhatsApp.

– Enviar e-mails para toda a base de dados.

– Realizar chamadas de vídeos.

– Agendar reuniões pelo Skype.

– Ter uma agenda diária das atividades para manter o foco.

– Todos os dias reportar as atividades realizadas para o gestor.

– Aproveitar esse período para fazer cursos on-line.

O professor Isaac faz um grande alerta: “cuidado para não deixar esse assunto tomar
conta da sua vida! Por mais grave que seja, alimentar a mente o dia todo com
informações, pode deixar o profissional desanimado e impedir a produtividade.”
Martins argumenta que a confiança e automotivação do vendedor é fundamental para
o sucesso e que as notícias podem afetar nisso.

O fato é que o coronavírus está mexendo com a vida de todos. Esperamos que os
contratempos desse vírus sejam os menores possíveis, mas não podemos perder a
esperança de que vamos superar. É preciso confiar que em breve tudo voltará ao
normal.

(Estadão Conteúdo, com adaptações).

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O primeiro passo para lidar com a crise da pandemia causada pelo Covid-19 é reconhecer que é preciso buscar alternativas rápidas para acelerar a tomada de decisões e a implementação das ações. É o que acredita Ana Paula Alfredo, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Pessoas e sócia da Agrégat Consultoria. Para ela, duas ferramentas são as mais eficazes para as organizações: comunicação e transparência. A especialista compartilha algumas dicas para que as empresas enfrentem esse cenário e possam agir de forma a minimizar os impactos causados por uma situação de crise tão severa, confira:

 

Reunião do time de liderança da organização

Nessa reunião deve ser conhecida a crise, com detalhes, serem levantados impactos para as diferentes áreas da organização, decidido como será a diretriz geral de atuação e, principalmente, como será o processo decisório, de forma a conferir agilidade e alinhamento de posicionamento.

 

Elaboração do Plano de comunicação

As pessoas devem ser informadas rapidamente e por um canal formal. Algumas vezes é necessário o pronunciamento do CEO, outras vezes, apenas os canais de comunicação oficiais são acionados. Deixar claro onde devem ser concentradas as dúvidas e onde cada informação estará disponível. O plano de comunicação deve ser previsto para dentro e para fora da organização, incluindo todos os stakeholders – clientes, fornecedores, acionistas, parceiros, comunidade local etc. Alinhe o que pode ou não ser dito, e como deve ser dito. Contatos com imprensa, órgãos fiscalizadores, inclusive publicações pessoais devem ser incluídas na recomendação da empresa.

 

Oriente o corpo gerencial

Normalmente essa é a forma mais eficiente e rápida de transmitir as informações, dirimir dúvidas e agilizar a implementação das atividades.

 

Monitore as informações

É importante estar à par de todas as informações e compartilhar com o time de liderança da organização para garantir o andamento conforme o esperado e já antecipar necessidades de ajustes no processo decisório, ou de comunicação.

 

Crie um grupo de crise

Mobilize o menor grupo possível para cada tarefa, mas garanta a eficiência de cada parte. Algumas vezes durante um período de crise, algumas áreas devem continuar funcionando. Por isso, retirar pessoas de sua rotina, sem necessidade, pode ser prejudicial.

 

Seja transparente e fale a verdade

As pessoas buscam e anseiam por informações. Deixar de falar não é uma alternativa. Alguém ocupará esse papel, ainda que fora do seu controle. Fale a verdade. A primeira vez que uma mentira for dita, o canal automaticamente será anulado do ponto de vista formal.

 

Cuide das Pessoas

Se preocupe com as pessoas e como elas se sentirão, seus medos e inseguranças. Seja o de perder o emprego, ficar doente etc. Crie esses espaços para ouvir. Principalmente se a crise for duradoura.

 

Lembre dos valores da organização

Nessas horas eles são excelentes orientadores da forma como tudo pode e deve ser feito.

E depois que a crise passar, fale sobre ela, registre os aprendizados e reflita sobre um novo modus operandi. Se a crise foi gerada internamente, garanta seu reflexo nos processos. Organizações que aprendem conseguem melhores resultados.

(Administradores).

 

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Em tempos de quarentena e de ruas quase desertas, comerciantes e empresários
buscam soluções para protegerem seus estabelecimentos, fechados em virtude de
decretos municipais e estaduais.

Alguns recorrem aos sistemas eletrônicos de monitoramento. Outros preferem
contratar empresas de videomonitoramento 24 horas, enquanto muitos optam por
pagar vigilantes que fazem rondas noturnas de moto.

Seja qual for o modelo adotado, o importante, na opinião do especialista em
segurança patrimonial Heverton Guimarães, é adotar medidas de proteção que levem
em conta as características e a localização de cada empreendimento.

“A situação de quarentena guarda certa semelhança com os períodos de férias,
quando os roubos e invasões aumentam em torno de 15%. No entanto, como as
pessoas estão confinadas em suas residências, os delitos passam a ser mais
direcionados para os comércios e empresas”, afirma Guimarães, que também é um
dos fundadores da SuperSeg Brasil, franquia especializada em sistemas de
segurança eletrônica.

 

Mais visados por bandidos

Entre os empreendimentos, o especialista em segurança aponta as lojas de rua e os
barracões – que servem tanto como depósitos quanto como empresas ou pequenas
fábricas – como os imóveis mais visados por bandidos.

Em uma loja de rua, segundo Guimarães, é muito mais fácil e rápido vandalizar uma
vitrine e roubar as mercadorias em comparação com uma loja localizada em um
shopping center, por exemplo.

 

15% durante quarentena

“Já nos barracões, especialmente aqueles localizados em lugares mais isolados,
sem vizinhança ou periféricos, o bandido dispõe de mais tempo para arquitetar uma
invasão, o que lhe dá certa vantagem. Note que o vetor em comum nessas duas
situações é o tempo”, explica.

 

Dicas de proteção

Entre as inúmeras dicas de proteção, algumas delas, de acordo com Guimarães, são
fundamentais. A primeira é utilizar sistemas de monitoramento eletrônico, como
alarmes, câmeras, sensores de presença, entre outros.

Esses sistemas podem ser tanto automonitorados, quanto feitos por meio de
empresas terceirizadas com monitoramento externo 24 horas. O vigilante de moto, se
bem preparado, também ajuda nesse sentido.

Controle biométrico e fechaduras inteligentes – que dispensam o uso de chaves – são
outros dispositivos tecnológicos que auxiliam na proteção patrimonial.

As condutas e hábitos das pessoas também são importantes para aumentar a
segurança. Uma das medidas é a utilização de travas que só possam ser
manipuladas pelo lado de dentro dos estabelecimentos. “Isso retarda a ação
delituosa”, diz Guimarães.

É prudente sempre desconfiar de pessoas que solicitem adentrar o imóvel citando
motivos de manutenção, prestação de serviços ou se identificando como agentes de
saúde. Exigir algum tipo de identificação ou certificação desses profissionais é
fundamental.

Em caso de árvores ou arbustos localizados perto de portas e janelas, é
recomendável mantê-los podados. Muitas árvores costumam ser utilizadas como
esconderijos ou como meio de acesso para adentrar nos estabelecimentos, como
uma escada.

Substituir lâmpadas externas queimadas, instalar olho mágico e cerca elétrica, e
evitar portas de vidro em áreas que se conectam a pátios ou jardins também reforçam
a segurança.

“Evite se expor demasiadamente em redes sociais com comentários sobre viagens
ou férias”, aponta Guimarães.

 

Mínimo contato físico

Com o coronavírus, qualquer equipamento que minimize contatos físicos entre
pessoas ou mesmo com superfícies e objetos de uso coletivo, são alternativas
interessantes de proteção.

Na área de segurança patrimonial, segundo Guimarães, existem opções que se
encaixam nesse perfil. Entre elas estão os acionadores de portas e portões por
infravermelho ou QR Code, monitores de proximidade, leitores faciais, etiquetas para
veículos, além das portarias remotas para condomínios, que não deixam o porteiro
exposto e evitam o contato do mesmo com os condôminos.

 

ACSP fará interlocução

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) está preocupada com a segurança
dos seus associados e do comércio como um todo durante o período de quarentena.

De acordo com o economista da entidade, Marcel Solimeo, já há relatos de saques
em estabelecimentos comerciais. “Há uma preocupação de que, com o
prolongamento das restrições, esses casos possam se tornar mais rotineiros”, afirma.

Uma alternativa para aumentar a segurança, segundo Solimeo, seria a adoção de
ações conjuntas entre os comerciantes, como a instalação de câmeras em ruas ou
polos comerciais, de forma a criar uma “rede de proteção”, que poderia envolver
também vizinhos e grupos comunitários.

Outra iniciativa é aproveitar a capilaridade e a representatividade de cada uma das
15 distritais da ACSP para que elas sirvam de interlocutoras dos comerciantes e de
suas demandas junto à polícia em suas respectivas áreas de atuação.

Muitos dirigentes e conselheiros das distritais, inclusive, fazem parte dos Conselhos
Comunitários de Segurança (Consegs) dos bairros.

(Diário do Comércio).

 

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Empresas que operam com vendas aos consumidores finais devem informar os
dados do consumidor na Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFCe) quando o
valor da operação for igual ou superior a R$ 1.000 (mil reais). Nas vendas com valor
inferior a identificação é facultativa, ou seja, só é exigível se a pessoa que estiver
comprando solicitar.

No caso de pessoas jurídicas o CNPJ precisa ser informado, já em relação à pessoa
física é inserido na nota fiscal o CPF ou o Registro Nacional de Estrangeiro (RNE).

O limite mínimo para identificação do consumidor na NFCe atende ao disposto no
Ajuste SINIEF (Sistema Nacional de Informações Econômicas e Fiscais) 19/2016, do
Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que permite a cada Estado a
autonomia para estabelecer o valor das compras. Em Mato Grosso o valor e prazo de
vigência constam no Decreto nº 435 publicado nesta quarta-feira (01/04/2020), no
Diário Oficial.

Até o mês de fevereiro de 2020, a identificação do consumidor só era obrigatória em
compras acima de R$ 10 mil. A pedido dos representantes do comércio, a Sefaz
permitiu a emissão das notas fiscais sem os dados do comprador durante o mês de
março, para que ajustes nos sistemas emissores de NFCe fossem realizados pelos
contribuintes.

A redução do limite de R$ 10 mil para R$ 1.000 tem como objetivo evitar fraudes
fiscais e garantir a segurança e o controle das operações comerciais. De acordo com
o Fisco Estadual é comum e corriqueiro contribuintes, pessoa jurídica, realizarem
compras de mercadorias em redes de “atacarejo”, por exemplo, para revenda em seu
estabelecimento comercial sem recolher devidamente o Imposto sobre Mercadorias e
Serviços (ICMS).

A inclusão dos dados pessoais na NFCe vai permitir, ainda, que o consumidor tenha
assegurado o seu direito de obter o documento fiscal da venda. Com a nota fiscal, ele
pode registrar uma reclamação nos órgãos de defesa ou solicitar a troca da
mercadoria. Além disso, é por meio desse documento fiscal que ocorre a tributação,
que é revertida no incremento da arrecadação estadual, possibilitando ao Estado
realizar mais investimentos em ações para a sociedade.

A emissão de nota fiscal do consumidor eletrônica (NFCe) é uma obrigação do
estabelecimento comercial, inclusive com o CPF, RNE ou CNPJ quando for solicitado.
O não cumprimento da exigência traz penalidades, inclusive financeiras, com os
pagamentos de multas.

(O Documento).

A Explend Soluções possui sistema para emissão da Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFCe), simples e de fácil utilização. Caso você necessite implantar, ou migrar de Cupom Fiscal para a NFCe, é só falar com a gente nos contatos abaixo.

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Resiliência, diz o dicionário, é a capacidade de se adaptar ou até mesmo evoluir após momentos de adversidade. Uma palavra que define muito bem o que move muitos empresários neste momento de incerteza. A pandemia do coronavírus, que não tem data nem hora para acabar, desestabilizou os empreendedores, ameaçando o faturamento de quase todos os setores da economia. Mas há quem resista e, com criatividade, busque soluções inovadoras para manter seus negócios de pé.

 

O cenário é desafiador, sobretudo, para micro e pequenos empresários, com pouco capital de giro. Na opinião de Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), um processo recessivo bastante pronunciado se anuncia. “Mesmo nesse cenário, há subprodutos positivos”, diz. O especialista lembra que a necessidade é a mãe da criatividade. “O ser humano tem instinto de poupar energia, por isso se esforça na medida que precisa. A mudança súbita do quadro nos obrigou a procurar novas alternativas em curto prazo. A necessidade acelerou a adaptação”, afirma. Várias possibilidades, antes alternativas, se mostraram eficientes e vão se perpetuar, diz o professor. “As pessoas estão despertando para novas formas de trabalho. O que faz o homem caminhar é a busca incessante para vencer as adversidades”, acrescenta.

 

Essa busca é incansável para o empresário André Vasquez, 40 anos, sócio de Marina Cavechia e Pablo Julio no Teta, bar, restaurante e queijaria que precisou fechar as portas com o decreto do governador Ibaneis Rocha, depois de dois anos servindo almoço e jantar na 103 Sul. “Tivemos que implementar o delivery, adaptar pratos e testar embalagem em 48 horas, com parte da equipe em férias”, conta André.

 

O Teta criou um cartão de presente, para usar no delivery ou quando o restaurante reabrir as portas. “As pessoas continuam fazendo aniversário e estão se presenteando virtualmente”, assinala André. Além disso, o estabelecimento está divulgando cursos, pelas redes sociais, de harmonização e de fabricação de queijo. “Lançamos o “Antes teta do que nunca”, uma promoção para quem está juntando os amigos por bate-papo na internet. Se encomendar até as 14h, entregamos às 19h, sem custo de frete e, dependendo do tamanho da compra, com 10% de desconto. Até chope e drinques enlatados entregamos”, explica.

 

Ainda assim, a receita caiu a 30%. “A gente trabalha com alguns cenários. Se o programa do governo se concretizar, com postergação de impostos, vamos empatar com o delivery. Nossa luta é sobreviver”, revela André. Na opinião do empresário, que foi rápido em criar alternativas para manter o negócio em pé, o governo está muito devagar. “Isso causa uma insegurança muito grande. É custoso contratar e treinar. Ninguém quer demitir, mas temos um limite”, alerta.

 

O sentido de resiliência diz que é possível evoluir diante de adversidades. Pois foi o que aconteceu com a Gaúcha Prendada, um negócio que surgiu pequeno, do tradicionalismo de Daiane Wolff Fialho, 36, de Taquara (RS). Casada com o brasiliense Rafael Costa Mendes, 36, Daiane mora há 10 anos em Brasília e, em junho do ano passado, decidiu aproveitar a experiência em vendas, adquirida em anos de trabalho numa empresa que fechou as portas, para montar um negócio próprio. “Eu faço pães e cucas artesanais, como aquelas que só têm no Rio Grande do Sul, para resgatar o sabor de casa”, conta.

 

As vendas eram realizadas em nove feiras semanais. O movimento foi tão bom que o marido, engenheiro agrônomo, saiu da empresa em que trabalhava, no início do ano, para se dedicar a ajudar a Gaúcha Prendada. “Investimos no negócio e levamos um susto enorme com a pandemia. Pensamos: vamos ficar em casa e esperar. Mas caímos na real de que precisamos do giro para nos manter”, assinala Daiane.

 

Com a suspensão das feiras no Distrito Federal, a empresa começou a receber ligações dos clientes. “Optamos por fazer entrega. No começo, foi só para sobreviver, mas conseguimos aumentar nossa receita”, revela a gaúcha. “A gente mesmo entrega, três vezes por semana. Tínhamos uma clientela fixa, mas surgiram novos clientes. Dobramos nossa produção, porque, agora, atendemos locais que não tinham feiras, como Águas Claras, Taguatinga Jardim Botânico”, diz. A ideia é manter o delivery quando tudo voltar ao normal.

 

Turbinada

Com um serviço de delivery muito tímido, a rede Bio Mundo, de produtos saudáveis, turbinou as entregas para fazer frente ao fechamento de 75% de suas operações em Brasília. O CEO da companhia, Edmar Mothé, conta que, das 15 lojas próprias no DF, apenas cinco permanecem abertas, consideradas essenciais. “Éramos muito concentrados em lojas físicas, mas, com o fechamento de shoppings, migramos para uma plataforma mais agressiva de delivery, com um trabalho forte na mídia”, destaca. Além da rede própria, fundada em Brasília em 2015, a Bio Mundo tem mais de 100 franquias em 15 estados do país.

 

“O delivery começou representando 7% da nossa receita. Batemos 10%. E a expectativa é logo alcançar 15%, para chegar a 20%”, ressalta Edmar. O otimismo do empresário vem da preocupação crescente entre os clientes em adquirir produtos bons para a imunidade. “O apelo saudável ajuda. Atendemos diabéticos, celíacos, hipertensos, intolerantes à glúten e à lactose. Essas pessoas estão se cuidando mais.”

 

“A mudança súbita do quadro nos obrigou a procurar novas alternativas em curto prazo. A necessidade acelerou a adaptação.”

 

(Correio Braziliense. Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar).

 

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Com as medidas de isolamento e quarentena em decorrência da pandemia do novo coronavírus, as pessoas passaram a ter maior demanda de comunicação virtual, seja no âmbito do teletrabalho, seja para comunicação entre amigos e parentes. As aplicações de videoconferência são uma das ferramentas que vêm ganhando mais popularidade.

Confira uma lista de alternativas que podem ser utilizadas pelos usuários.

 

Zoom

O Zoom é um aplicativo (app) de videoconferência que permite até 100 pessoas em uma reunião. Na modalidade gratuita, ele permite chamadas por até 40 minutos. Para além disso, é preciso adquirir um plano pago. Para acessar, a pessoa precisa baixar a aplicação, tanto no desktop quanto no smartphone. O aplicativo está entre os top charts da Play Store, onde tem a nota 4 (na escala de 0 a 5).

 

WhatsApp

Mais popular app de mensagens do país, o WhatsApp permite videochamadas com até quatro pessoas. Não há necessidade de baixar aplicação diferente ou de pagar pelo serviço. Mas a limitação de integrantes restringe a funcionalidade, impedindo videoconferências com um público maior.

 

Facebook Messenger

O Facebook também possui como solução de videoconferência o Messenger, que é utilizado pela rede social como sua ferramenta de mensagens. Ele tem como vantagem o fato de permitir a participação de pessoas com contas no Facebook, beneficiando-se da grande base de usuários que a empresa possui. Só no Brasil, são mais de 136 milhões.

 

Google hangout

O Google hangout é uma das ferramentas da suíte de trabalho do Google (para além de Gmail, Drive e Documentos). Ele é integrado um aplicativo específico que precisa ser baixado, permitindo chamadas para os contatos do usuário. Para isso, é preciso que todos os participantes da chamada tenham também uma conta no Google. Ele permite reuniões com até 150 pessoas. Ainda há uma versão antiga, associada ao Gmail, o app e a versão Hangout Chats, integrada à suíte corporativa do Google. Esta última implica a aquisição do pacote suíte, que é pago.

 

Microsoft teams

O Microsoft teams é a solução de videconferência que integra o pacote de ferramentas corporativas da Microsoft, o Office 365. Embora seja pago, a Microsoft liberou o uso do teams durante o período da pandemia. Ele possui capacidade maior e comporta até 10 mil participantes. O app permite também o acesso por meio de links, não necessitando baixar quando a pessoa está no desktop.

 

Skype

Também da Microsoft, o Skype é uma das mais antigas plataformas de chamadas online. O aplicativo permite videoconferências com mais de 10 participantes. Para acessar, é preciso baixar o programa tanto no desktop quanto no smartphone e criar uma conta. Quem já possui uma conta na Microsoft pode utilizá-la.

 

Jitsi

O Jitsi é uma plataforma de videoconferência sem fins lucrativos e de código aberto (e não proprietário, como as anteriores). Ela também permite videoconferências com dezenas de participantes. A diferença é que não há necessidade de baixar o programa (apenas caso a participação se dê por um smartphone) nem de colocar um e-mail válido. No site, qualquer pessoa pode criar uma conferência e chamar outros a participar pelo envio de um link.

 

Line

O Line, a exemplo de outros apps como o Skype, surgiu como uma ferramenta de videochamadas. Ele permite chamadas entre duas pessoas. mas também em grupos. Assim como Skype, FB Messenger e Whatsapp, ele permite comunicação por texto e envio de imagens e documentos. O recurso é gratuito e também pode ser encontrado em lojas de aplicativos.

(Pequenas Empresas Grandes Negócios).

 

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