A quarentena tem se tornado um cenário assustador para pequenas e médias
empresas. Para Stefan Ligocki, Estrategista de Marketing Vendas, é preciso reagir
para garantir a existência do seu negócio hoje e nos próximos meses. Para isso,
procure posicionar sua marca na crise, tranquilizar seus clientes e cuidar do seu
caixa. Nessa hora vale discutir valores de contratos, conceder descontos e fazer
promoções. Outra sugestão do especialista é investir em marketing digital e de
conteúdo através de redes sociais, blogs e lives: “São ‘conteúdos úteis’ que fazem a
diferença na vida do cliente e, mais do que isso, ajudam a construir ou fortalecer a
reputação da sua marca”.

Então aconteceu. Em um certo dia do início de março de 2020, tudo mudou. A
pandemia do coronavírus chegou ao Brasil e mandou as pessoas para dentro de
casa – a quarentena foi a melhor saída para evitar o contágio e o colapso do sistema
de saúde. Home office, férias coletivas, ruas vazias, empresas fechadas ou
funcionando parcialmente. Um cenário assustador, principalmente para pequenas e
médias empresas, que costumam ter caixa para, no máximo, 30 dias. E agora, como
sobreviver?

Se você é um pequeno empreendedor como eu, antes de mais nada precisa entender
que finalmente chegou o tal mundo VUCA, sigla em Inglês que faz referência a um
cenário volátil, incerto, complexo e ambíguo – a palavra VUCA se tornou famosa nos
últimos anos por ser mencionada no discurso de 9 em cada 10 gestores, mas é a
primeira vez que estamos, DE FATO, vivendo esse contexto imprevisível.

No filme Perdido em Marte (2015), o astronauta Mark Watney, personagem vivido
pelo ator Matt Damon, enfrenta uma tempestade avassaladora e, de repente, percebe
que está sozinho um planeta inóspito, sem o restante da sua equipe e com poucas
chances de sobreviver. Dá para dizer que é mais ou menos como um pequeno
empreendedor brasileiro está se sentindo neste momento. No entanto, se você
assistiu a esse excelente filme, deve lembrar que o personagem entendeu que ficar
em estado de letargia não iria ajudar em nada a garantir a sua sobrevivência e, a
partir daí, foi à luta.

O mesmo vale para pequenos e médios empreendedores. É hora de reagir para
garantir a existência do seu negócio hoje e nos próximos meses. Abaixo, separei
algumas dicas importantes que venho aplicando no meu próprio negócio e sugerindo
para meus clientes. Acompanhe.

 

Posicione sua marca na crise e tranquilize seu cliente

 

A primeira coisa a fazer é posicionar a sua marca no mercado de forma clara.
Imagino que, a essa altura do campeonato, você já deve ter dito ao seu cliente que ele
precisa “ficar em casa” e “lavar as mãos” – se ainda não fez isso, faça, você já está
atrasado. Porém, o mais importante mesmo é informar como a pandemia está
impactando o seu negócio e como isso vai mudar a relação do seu cliente com a sua
empresa.

O seu negócio é baseado em um modelo presencial, ou seja, o cliente precisa ir em
uma loja física para comprar o seu produto ou serviço? Como fica agora? Ele pode
comprar pela internet? Dá pra entregar o seu produto/serviço de forma online? Você
pode entregar na casa do cliente que está em quarentena? É fundamental ter
respostas para todas essas perguntas para que o seu cliente não fique perdido e
acabe encontrando um motivo para ir para a concorrência – sim, você tem
concorrentes até na pandemia.

 

Tenha empatia e entenda o novo momento do seu cliente

 

Não está fácil pra ninguém. Para profissionais liberais e pequenas/médias empresas,
a pandemia do coronavírus foi como aquele gancho de direita que derruba o
boxeador que já vinha apanhando muito junto à lona. Se o dinheiro já estava escasso
no mercado, agora ficou pior ainda. Portanto, é hora de todo mundo ceder um pouco.

Sim, nessa hora vale discutir valores de contratos, conceder descontos, fazer
promoções. Se você atua na área de serviços, principalmente em segmentos no qual
a entrega é mais intangível (assessorias, consultorias, etc), inclua algum tipo de bônus
para o cliente, como um combo (o cliente paga por um serviço e ganha outro “de
graça”).

Ah, você está preocupado porque provavelmente vai trabalhar mais e ganhar o
mesmo ou até menos? Sim. Mas você precisa ser pragmático: é melhor trabalhar
mais do que perder clientes, certo?

É válido destacar ainda que, ao conceder algum tipo de facilidade para o seu cliente,
você está mostrando empatia, você está demonstrando que entende o momento difícil
pelo qual o seu cliente está passando. É esse tipo de atitude que ajuda a fidelizar o
consumidor e, mais do que isso, contribui para atrair novos clientes.

 

Cuide do seu caixa

 

Como mencionei no início desse artigo, levando em conta que a maioria das
pequenas e médias empresas brasileiras costuma ter caixa para sobreviver por
apenas 30 dias, se o seu negócio não tem uma reserva financeira para enfrentar
momentos de dificuldade, provavelmente vai precisar tomar algumas medidas
emergenciais para sobreviver.

Além de “apertar o cinto”, evitando gastos desnecessários na sua empresa, é hora de
renegociar ou postergar dívidas com seus credores e tentar antecipar pagamentos –
bares e restaurantes, por exemplo, que foram bastante impactados pela pandemia,
estão vendendo “vouchers” ao seus clientes agora para serem usados após a
quarentena. É o tipo de solução criativa que pode ajudar o caixa durante a crise.

Se for preciso, verifique linhas de crédito com o seu banco. Se ele não te ajudar
nesse momento terrível, você já tem um ótimo motivo para migrar para a concorrência.

 

Digitalize a sua empresa imediatamente

 

Seja bem-vindo à Era Digital! Se até agora você nunca tinha se preocupado em
“digitalizar” o seu negócio (ou pelo menos parte dele) porque as coisas andavam bem
assim como estavam, sinto muito, mas você acaba de ser “atropelado” pela
transformação digital – para dar o crédito justo, quem “atropelou” o seu negócio na
verdade foi a pandemia do coronavírus, mas o fato é que ela está acelerando a
transformação digital da sua empresa.

Brincadeiras à parte, a verdade é que não há mais como evitar esse movimento de
digitalização do seu negócio.

Com exceção de farmácias, supermercados e alguns outros poucos tipos de negócio,
a venda de qualquer produto ou serviço hoje, em plena quarentena, é feita
exclusivamente pela internet. Aproveite esse momento para começar a atuar online e,
após a quarentena, ter mais um canal de vendas na sua empresa. É na crise que
surgem as oportunidades, amigo!

Também é o momento ideal para você começar a divulgar o seu produto ou serviço
por meio de técnicas e ferramentas de marketing digital e de conteúdo, conforme vou
detalhar no tópico abaixo.

 

Invista em marketing digital e de conteúdo

 

Se a sua empresa é daquele tipo que nunca acreditou muito no poder do marketing
digital e de conteúdo, que nunca teve um site ou perfis/páginas em redes sociais,
lamento informar: se você não fizer nada agora para comunicar sua marca no
mercado, você vai desaparecer em breve. Simples assim. Com pessoas trancadas
em casa, nunca foi tão importante ter uma presença digital consistente.

É hora de investir fortemente em canais e ferramentas de marketing digital – como
redes sociais, sites, blogs, e-mail marketing, vídeos e lives, entre outros – e,
principalmente, produzir conteúdo relevante para o seu cliente.

Se você é proprietário de uma academia de ginástica, por exemplo, pode oferecer no
seu Facebook algumas dicas de como se exercitar com segurança em casa. Ou
realizar uma aula online em uma live no Youtube ou no Instagram.

São “conteúdos úteis” como esses que fazem a diferença na vida do cliente e, mais
do que isso, ajudam a construir ou fortalecer a reputação da sua marca. Acredite, isso
será muito importante quando tudo isso passar e a vida voltar ao “normal”, mesmo
que seja um “novo normal”. Sim, nada será como antes quando, daqui a alguns
meses, esse “novo normal” – que ainda não sabemos bem como será – se
transformar em realidade. E é exatamente por causa disso que você precisa agir
agora.

(Stefan Ligocki – Linkedin).

 

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As pesquisadoras Laura Giurge e Vanessa Bohns publicaram um artigo no Harvard
Business Review com dicas para evitar o burnout durante o home office, pois muitos
trabalhadores colocam uma pressão maior em si mesmos para produzir longe de
seus chefes. Elas alertam que, ao trabalhar de casa, perde-se a diferenciação entre o
pessoal e o profissional, por isso a importância de que mesmo no home office, a
pessoa continue se vestindo como se estivesse indo para o escritório. Giurge e
Bohns também sugerem criar um cronograma e sempre manter a separação entre
trabalho e a vida em casa, além de focar sempre nas grandes tarefas. Trabalhadores
que estão “ligados” o tempo todo têm risco maior de burnout quando trabalham em
casa.

 

Como evitar o burnout durante o trabalho em casa

O home office não te impede de sentir estresse ou até mesmo sofrer síndrome de
burnout: veja algumas dicas para evitar isso.

O trabalho remoto em casa, conhecido como home office, se tornou ferramenta
necessária com a pandemia do novo coronavírus. Estar em casa, no entanto, não
significa que sua saúde mental não pode sofrer das mesmas mazelas que as de um
escritório.

As pesquisadoras Laura Giurge e Vanessa Bohns publicaram um texto no Harvard
Business Review com dicas de como se manter saudável mentalmente e evitar
síndrome de burnout durante o período de home office. Segundo elas, parte do
problema é da pressão que você pode colocar em si mesmo para produzir longe de
seus chefes, aumentando seu estresse e tempo de trabalho.

 

Confira as dicas:

 

Mantenha limites entre a sua vida pessoal e profissional

 

Segundo Giurge e Bohns, a mente humana utiliza diversos marcadores para
determinar quando se está “trabalhando” e quando se está “em descanso”.
Normalmente, envolvem fatores relacionados ao ritual de trabalho. Por exemplo, o
deslocamento de sua casa ao local de trabalho é um marcador, assim como a roupa
que você usa.

Ao trabalhar de casa, esses marcadores são perdidos, misturando o que é pessoal e
o que é profissional. Por isso, elas indicam que você mantenha essa separação no
home office. Mesmo trabalhando de casa, continue se vestindo como se estivesse
indo para o trabalho normalmente. Também ache alguma rotina que substitua o seu
deslocamento diário, como uma leve atividade física.

 

Seja claro com o seu tempo

 

Estar em casa pode te dar algumas responsabilidades a mais que não existiriam no
dia a dia comum de trabalho. Isso vale em especial para quem tem filhos, que
também estão em casa por conta do coronavírus.

Giurge e Bohn acreditam que o melhor a ser feito é ter uma separação clara entre
trabalho e vida em casa. Uma sugestão, por exemplo, é criar um cronograma mais
flexível de trabalho, dedicando algumas horas do dia para cuidar dos filhos, ou ajudar
nos afazeres domésticos.

Elas também acreditam que chefes deveriam abrir o canal de comunicação com seus
funcionários, para que todos tenham tempo para cuidar da família e da casa durante a
crise.

 

Foque no que importa

 

O home office não é hora de se preocupar com assuntos triviais. Segundo as
pesquisadoras, a preocupação com manter a aparência de que se está trabalhando
faz com que funcionários se preocupem com tarefas que demandam muito, mas
podem importar pouco.

Apesar da estratégia de focar em coisas menores ajuda no curto prazo, afeta
negativamente no longo prazo e pode causar burnout. Portanto, o melhor a se fazer é
focar em tarefas maiores e mais importantes.

O tempo do expediente nunca esteve tão fragmentado. Por isso, focar em tarefas
mais importantes podem te ajudar a focar e levar com mais tranquilidade o tempo em
casa.

“Trabalhadores que estão ‘ligados’ o tempo todo têm um risco maior de burnout
quando trabalham em casa, comparado ao trabalho no escritório,” concluem Giurge e
Bohns. “Precisamos encontrar novas maneiras – e ajudar outros a fazerem o mesmo –
para criar tempo longe do trabalho e espaço mental.”

(Época Negócios).

 

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O primeiro passo para lidar com a crise da pandemia causada pelo Covid-19 é reconhecer que é preciso buscar alternativas rápidas para acelerar a tomada de decisões e a implementação das ações. Segundo Ana Paula Alfredo, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Pessoas, duas ferramentas são as mais eficazes para as organizações: a comunicação e a transparência. A especialista compartilha algumas dicas para que as empresas enfrentem esse cenário e possam agir de forma a minimizar os impactos causados por uma situação de crise tão severa, confira:

 

Reunião do time de liderança da organização

Nessa reunião deve ser conhecida a crise, com detalhes, serem levantados impactos para as diferentes áreas da organização, decidido como será a diretriz geral de atuação e, principalmente, como será o processo decisório, de forma a conferir agilidade e alinhamento de posicionamento.

 

Elaboração do Plano de comunicação

As pessoas devem ser informadas rapidamente e por um canal formal. Algumas vezes é necessário o pronunciamento do presidente, ou diretor da empresa, outras vezes, apenas os canais de comunicação oficiais são acionados. Deixar claro onde devem ser concentradas as dúvidas e onde cada informação estará disponível. O plano de comunicação deve ser previsto para dentro e para fora da organização, incluindo todos os envolvidos: clientes, fornecedores, acionistas, parceiros, comunidade local etc. Alinhe o que pode ou não ser dito, e como deve ser dito. Contatos com imprensa, órgãos fiscalizadores, inclusive publicações pessoais devem ser incluídas na recomendação da empresa.

 

Oriente o corpo gerencial

Normalmente essa é a forma mais eficiente e rápida de transmitir as informações, dirimir dúvidas e agilizar a implementação das atividades.

 

Monitore as informações

É importante estar à par de todas as informações e compartilhar com o time de liderança da organização para garantir o andamento conforme o esperado e já antecipar necessidades de ajustes no processo decisório, ou de comunicação.

 

Crie um grupo de crise

Mobilize o menor grupo possível para cada tarefa, mas garanta a eficiência de cada parte. Algumas vezes durante um período de crise, algumas áreas devem continuar funcionando. Por isso, retirar pessoas de sua rotina, sem necessidade, pode ser prejudicial.

 

Seja transparente e fale a verdade

As pessoas buscam e anseiam por informações. Deixar de falar não é uma alternativa. Alguém ocupará esse papel, ainda que fora do seu controle. Fale a verdade. A primeira vez que uma mentira for dita, o canal automaticamente será anulado do ponto de vista formal.

 

Cuide das Pessoas

Se preocupe com as pessoas e como elas se sentirão, seus medos e inseguranças. Seja o de perder o emprego, ficar doente etc. Crie esses espaços para ouvir. Principalmente se a crise for duradoura.

 

Lembre dos valores da organização

Nessas horas eles são excelentes orientadores da forma como tudo pode e deve ser feito.

E depois que a crise passar, fale sobre ela, registre os aprendizados e reflita sobre um novo modelo de operação. Se a crise foi gerada internamente, garanta seu reflexo nos processos. Organizações que aprendem conseguem melhores resultados.

(Administradores, com adaptações).

 

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Em tempos de quarentena e de ruas quase desertas, comerciantes e empresários
buscam soluções para protegerem seus estabelecimentos, fechados em virtude de
decretos municipais e estaduais.

Alguns recorrem aos sistemas eletrônicos de monitoramento. Outros preferem
contratar empresas de videomonitoramento 24 horas, enquanto muitos optam por
pagar vigilantes que fazem rondas noturnas de moto.

Seja qual for o modelo adotado, o importante, na opinião do especialista em
segurança patrimonial Heverton Guimarães, é adotar medidas de proteção que levem
em conta as características e a localização de cada empreendimento.

“A situação de quarentena guarda certa semelhança com os períodos de férias,
quando os roubos e invasões aumentam em torno de 15%. No entanto, como as
pessoas estão confinadas em suas residências, os delitos passam a ser mais
direcionados para os comércios e empresas”, afirma Guimarães, que também é um
dos fundadores da SuperSeg Brasil, franquia especializada em sistemas de
segurança eletrônica.

 

Mais visados por bandidos

Entre os empreendimentos, o especialista em segurança aponta as lojas de rua e os
barracões – que servem tanto como depósitos quanto como empresas ou pequenas
fábricas – como os imóveis mais visados por bandidos.

Em uma loja de rua, segundo Guimarães, é muito mais fácil e rápido vandalizar uma
vitrine e roubar as mercadorias em comparação com uma loja localizada em um
shopping center, por exemplo.

 

15% durante quarentena

“Já nos barracões, especialmente aqueles localizados em lugares mais isolados,
sem vizinhança ou periféricos, o bandido dispõe de mais tempo para arquitetar uma
invasão, o que lhe dá certa vantagem. Note que o vetor em comum nessas duas
situações é o tempo”, explica.

 

Dicas de proteção

Entre as inúmeras dicas de proteção, algumas delas, de acordo com Guimarães, são
fundamentais. A primeira é utilizar sistemas de monitoramento eletrônico, como
alarmes, câmeras, sensores de presença, entre outros.

Esses sistemas podem ser tanto automonitorados, quanto feitos por meio de
empresas terceirizadas com monitoramento externo 24 horas. O vigilante de moto, se
bem preparado, também ajuda nesse sentido.

Controle biométrico e fechaduras inteligentes – que dispensam o uso de chaves – são
outros dispositivos tecnológicos que auxiliam na proteção patrimonial.

As condutas e hábitos das pessoas também são importantes para aumentar a
segurança. Uma das medidas é a utilização de travas que só possam ser
manipuladas pelo lado de dentro dos estabelecimentos. “Isso retarda a ação
delituosa”, diz Guimarães.

É prudente sempre desconfiar de pessoas que solicitem adentrar o imóvel citando
motivos de manutenção, prestação de serviços ou se identificando como agentes de
saúde. Exigir algum tipo de identificação ou certificação desses profissionais é
fundamental.

Em caso de árvores ou arbustos localizados perto de portas e janelas, é
recomendável mantê-los podados. Muitas árvores costumam ser utilizadas como
esconderijos ou como meio de acesso para adentrar nos estabelecimentos, como
uma escada.

Substituir lâmpadas externas queimadas, instalar olho mágico e cerca elétrica, e
evitar portas de vidro em áreas que se conectam a pátios ou jardins também reforçam
a segurança.

“Evite se expor demasiadamente em redes sociais com comentários sobre viagens
ou férias”, aponta Guimarães.

 

Mínimo contato físico

Com o coronavírus, qualquer equipamento que minimize contatos físicos entre
pessoas ou mesmo com superfícies e objetos de uso coletivo, são alternativas
interessantes de proteção.

Na área de segurança patrimonial, segundo Guimarães, existem opções que se
encaixam nesse perfil. Entre elas estão os acionadores de portas e portões por
infravermelho ou QR Code, monitores de proximidade, leitores faciais, etiquetas para
veículos, além das portarias remotas para condomínios, que não deixam o porteiro
exposto e evitam o contato do mesmo com os condôminos.

 

ACSP fará interlocução

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) está preocupada com a segurança
dos seus associados e do comércio como um todo durante o período de quarentena.

De acordo com o economista da entidade, Marcel Solimeo, já há relatos de saques
em estabelecimentos comerciais. “Há uma preocupação de que, com o
prolongamento das restrições, esses casos possam se tornar mais rotineiros”, afirma.

Uma alternativa para aumentar a segurança, segundo Solimeo, seria a adoção de
ações conjuntas entre os comerciantes, como a instalação de câmeras em ruas ou
polos comerciais, de forma a criar uma “rede de proteção”, que poderia envolver
também vizinhos e grupos comunitários.

Outra iniciativa é aproveitar a capilaridade e a representatividade de cada uma das
15 distritais da ACSP para que elas sirvam de interlocutoras dos comerciantes e de
suas demandas junto à polícia em suas respectivas áreas de atuação.

Muitos dirigentes e conselheiros das distritais, inclusive, fazem parte dos Conselhos
Comunitários de Segurança (Consegs) dos bairros.

(Diário do Comércio).

 

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Resiliência, diz o dicionário, é a capacidade de se adaptar ou até mesmo evoluir após momentos de adversidade. Uma palavra que define muito bem o que move muitos empresários neste momento de incerteza. A pandemia do coronavírus, que não tem data nem hora para acabar, desestabilizou os empreendedores, ameaçando o faturamento de quase todos os setores da economia. Mas há quem resista e, com criatividade, busque soluções inovadoras para manter seus negócios de pé.

 

O cenário é desafiador, sobretudo, para micro e pequenos empresários, com pouco capital de giro. Na opinião de Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), um processo recessivo bastante pronunciado se anuncia. “Mesmo nesse cenário, há subprodutos positivos”, diz. O especialista lembra que a necessidade é a mãe da criatividade. “O ser humano tem instinto de poupar energia, por isso se esforça na medida que precisa. A mudança súbita do quadro nos obrigou a procurar novas alternativas em curto prazo. A necessidade acelerou a adaptação”, afirma. Várias possibilidades, antes alternativas, se mostraram eficientes e vão se perpetuar, diz o professor. “As pessoas estão despertando para novas formas de trabalho. O que faz o homem caminhar é a busca incessante para vencer as adversidades”, acrescenta.

 

Essa busca é incansável para o empresário André Vasquez, 40 anos, sócio de Marina Cavechia e Pablo Julio no Teta, bar, restaurante e queijaria que precisou fechar as portas com o decreto do governador Ibaneis Rocha, depois de dois anos servindo almoço e jantar na 103 Sul. “Tivemos que implementar o delivery, adaptar pratos e testar embalagem em 48 horas, com parte da equipe em férias”, conta André.

 

O Teta criou um cartão de presente, para usar no delivery ou quando o restaurante reabrir as portas. “As pessoas continuam fazendo aniversário e estão se presenteando virtualmente”, assinala André. Além disso, o estabelecimento está divulgando cursos, pelas redes sociais, de harmonização e de fabricação de queijo. “Lançamos o “Antes teta do que nunca”, uma promoção para quem está juntando os amigos por bate-papo na internet. Se encomendar até as 14h, entregamos às 19h, sem custo de frete e, dependendo do tamanho da compra, com 10% de desconto. Até chope e drinques enlatados entregamos”, explica.

 

Ainda assim, a receita caiu a 30%. “A gente trabalha com alguns cenários. Se o programa do governo se concretizar, com postergação de impostos, vamos empatar com o delivery. Nossa luta é sobreviver”, revela André. Na opinião do empresário, que foi rápido em criar alternativas para manter o negócio em pé, o governo está muito devagar. “Isso causa uma insegurança muito grande. É custoso contratar e treinar. Ninguém quer demitir, mas temos um limite”, alerta.

 

O sentido de resiliência diz que é possível evoluir diante de adversidades. Pois foi o que aconteceu com a Gaúcha Prendada, um negócio que surgiu pequeno, do tradicionalismo de Daiane Wolff Fialho, 36, de Taquara (RS). Casada com o brasiliense Rafael Costa Mendes, 36, Daiane mora há 10 anos em Brasília e, em junho do ano passado, decidiu aproveitar a experiência em vendas, adquirida em anos de trabalho numa empresa que fechou as portas, para montar um negócio próprio. “Eu faço pães e cucas artesanais, como aquelas que só têm no Rio Grande do Sul, para resgatar o sabor de casa”, conta.

 

As vendas eram realizadas em nove feiras semanais. O movimento foi tão bom que o marido, engenheiro agrônomo, saiu da empresa em que trabalhava, no início do ano, para se dedicar a ajudar a Gaúcha Prendada. “Investimos no negócio e levamos um susto enorme com a pandemia. Pensamos: vamos ficar em casa e esperar. Mas caímos na real de que precisamos do giro para nos manter”, assinala Daiane.

 

Com a suspensão das feiras no Distrito Federal, a empresa começou a receber ligações dos clientes. “Optamos por fazer entrega. No começo, foi só para sobreviver, mas conseguimos aumentar nossa receita”, revela a gaúcha. “A gente mesmo entrega, três vezes por semana. Tínhamos uma clientela fixa, mas surgiram novos clientes. Dobramos nossa produção, porque, agora, atendemos locais que não tinham feiras, como Águas Claras, Taguatinga Jardim Botânico”, diz. A ideia é manter o delivery quando tudo voltar ao normal.

 

Turbinada

Com um serviço de delivery muito tímido, a rede Bio Mundo, de produtos saudáveis, turbinou as entregas para fazer frente ao fechamento de 75% de suas operações em Brasília. O CEO da companhia, Edmar Mothé, conta que, das 15 lojas próprias no DF, apenas cinco permanecem abertas, consideradas essenciais. “Éramos muito concentrados em lojas físicas, mas, com o fechamento de shoppings, migramos para uma plataforma mais agressiva de delivery, com um trabalho forte na mídia”, destaca. Além da rede própria, fundada em Brasília em 2015, a Bio Mundo tem mais de 100 franquias em 15 estados do país.

 

“O delivery começou representando 7% da nossa receita. Batemos 10%. E a expectativa é logo alcançar 15%, para chegar a 20%”, ressalta Edmar. O otimismo do empresário vem da preocupação crescente entre os clientes em adquirir produtos bons para a imunidade. “O apelo saudável ajuda. Atendemos diabéticos, celíacos, hipertensos, intolerantes à glúten e à lactose. Essas pessoas estão se cuidando mais.”

 

“A mudança súbita do quadro nos obrigou a procurar novas alternativas em curto prazo. A necessidade acelerou a adaptação.”

 

(Correio Braziliense. Cláudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar).

 

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