Pela legislação, os locatários não podem deixar de pagar as parcelas dos aluguéis, mas podem renegociar isenção ou descontos temporários.

A pandemia do coronavírus já impacta de forma significativa a economia e o orçamento das famílias e das empresas do país e muitas já estão com dificuldades para pagar as parcelas mensais do aluguel.

O advogado Rodrigo Ferrari Iaquinta, sócio-coordenador do Departamento de Direito Imobiliário do BNZ Advogados, conta que, na última semana, houve um aumento de locatários buscando contato com as imobiliárias e com os locadores para pedirem isenção no pagamento dos aluguéis.

“Todos os meus clientes que têm contrato de locação, seja locador ou locatário, já me consultaram sobre este assunto”, diz o advogado.

Ele esclarece, porém, que não é permitido que o locatário deixe de pagar o aluguel, mesmo com dificuldades financeiras. “Seja pela legislação ou pelo contrato firmado com o locador, o locatário não pode deixar de pagar o aluguel até que haja um aditivo ao contrato ou um parecer de uma ação judicial permitindo (a isenção)”, explica.

“A existência da pandemia e as dificuldades financeiras enfrentadas em decorrência dela não implicam automaticamente em uma suspensão no vencimento das obrigações assumidas pelas partes. O contrato continua em vigor e as parcelas vencendo normalmente”.

Porém, é possível renegociar as condições de pagamento, seja propondo isenções temporárias ou descontos progressivos. O especialista da BNZ Advogados diz que há duas formas de renegociar:

 

1- Direto com o locador

A primeira alternativa – e a mais recomendada – é que o locatário renegocie direto com o locador, mostrando os documentos que comprovem a relação direta entre a pandemia do coronavírus e a dificuldade financeira de arcar com as parcelas mensais do aluguel.

Para quem trabalha com registro em carteira, Iaquinta recomenda que o locatário apresente o seu holerite comprovando que houve diminuição ou interrupção na renda. Quem foi demitido pode também apresentar ao locador a sua carta de demissão ou o registro do desligamento na própria carteira de trabalho.

Já para quem é informal ou autônomo, o advogado diz que o melhor documento para a comprovação da dificuldade financeira é o extrato bancário. “O extrato bancário já é um bom indicativo para saber se houve ou não diminuição nos rendimentos da pessoa”, afirma.

“É importante que a negociação entre o locatário e o locador não fique somente no boca a boca. Qualquer negociação precisa ser estabelecida por um meio formal. Seja por meio de e-mails ou de uma notificação extrajudicial. É preciso que haja documentos que comprovem que houve um acordo. Isso dá segurança às duas partes”, diz Iaquinta.

 

2- Por meio de ação judicial

Entrar na Justiça para pedir isenção ou descontos no aluguel deve ser a última opção. “Até mesmo porque é muito importante demonstrar ao juiz que já houve uma tentativa prévia de conciliação. Isso demonstra a boa-fé de quem ajuíza a ação judicial”, diz o advogado.

Para quem for entrar na Justiça, além da necessidade de apresentar os documentos que comprovem a diminuição ou a inexistência de rendimentos, é importante que o locatário não apenas peça a isenção do aluguel, mas que proponha alternativas para quitar o que se deve ao locador mais para a frente.

“Se o locatário propuser, simplesmente, de deixar de pagar o aluguel, não vai ter juiz que vai dar parecer favorável para uma ação judicial nesses termos. É importante que o locatário proponha formas alternativas de arcar com as parcelas mensais do aluguel”, diz Iaquinta.

“Temos que lembrar que, muitas vezes, os locadores vivem da renda do aluguel. Portanto, o acordo precisa ser interessante para as duas partes”.

A dica do advogado é que o locatário proponha descontos progressivos no aluguel. Como, por exemplo, pagar somente 50% da parcela mensal no primeiro mês e ir diminuindo progressivamente esses descontos ao longo dos próximos meses. “Quando a situação do país voltar ao normal, a pessoa pode pagar a diferença em 10 vezes por exemplo, ou um pouco a cada mês até o final do contrato do aluguel”, exemplifica Iaquinta.

Uma outra alternativa é propor uma isenção no pagamento do aluguel durante um período de dois meses e ir pagando em parcelas após o período de carência. Segundo o advogado, diversas formas de negociação são possíveis. O importante é sempre propor alternativas de pagamento ao locador com base nas suas possibilidades financeiras.

O advogado esclarece, por fim, que as renegociações do aluguel não incluem as taxas de condomínio, IPTU e contas de água e energia. “O pagamento dessas contas é de responsabilidade do locatário. Porém, se ele deixa de pagar é o nome do locador que vai a protesto”, diz Iaquinta.

(G1 – Economia).

 

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O risco de uma nova onda de revisões e cancelamentos de contratos imobiliários, que pode ser deflagrada em função do coronavírus, vai colocar em teste a nova lei dos distratos, sancionada no apagar das luzes do ano de 2018. Ela é a régua que a Justiça vai usar para decidir quem tem razão na hora de desfazer um contrato, mas pode haver algumas resistências nos tribunais para sua aplicação.

A lei foi editada com o intuito de oferecer maior segurança jurídica às incorporações imobiliárias, ao estabelecer porcentuais de retenção e devolução quando o contrato for encerrado, seja por inadimplência do comprador ou por descumprimento de obrigações pelos incorporadores. Antes dessa regulação, a jurisprudência vinha estabelecendo uma multa que variava de 10% a 25% do valor pago pelo consumidor para compensar os esforços da incorporadora na obra. Hoje, dependendo do caso, pode chegar a 50%.

Em 2015, a recessão econômica atingiu em cheio o bolso dos brasileiros. Com os compradores sem dinheiro para arcar com as prestações, o mercado enfrentou uma avalanche de pedidos de cancelamento de contratos. Pressionadas, as incorporadoras se viram ameaçadas de ficar sem fluxo de caixa para terminar as obras. O resultado é que muitos casos foram parar na Justiça. A Lei 13.786/18 (apelidada de lei dos distratos) veio em resposta a esse quadro de insegurança jurídica vivido pelo setor imobiliário.

Mas a nova lei é controversa entre juízes e desembargadores. Uma parte deles considera que o texto engessa as discussões, enquanto o melhor seria fazer a análise caso a caso. “Para alguns, ela não protege o consumidor e trata igualmente as partes desiguais”, diz o Theo Keiserman de Abreu, sócio do Campos Mello Advogados. O tema foi alvo de preocupação de representantes do setor imobiliário em uma videoconferência promovida na semana passada pelo escritório.

O sócio do escritório VBD Advogados e conselheiro jurídico do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-SP), Olivar Vitale, conta que as construtoras já estão relatando interrupções no fluxo de pagamentos dos consumidores. “Quando o cliente está disposto a negociar, é a melhor situação. Ninguém quer retomar o imóvel. O problema é quando simplesmente deixam de pagar”, afirma.

 

‘Força maior’

A resolução de um contrato acontece quando existe um motivo justo, não apenas pela vontade de uma das partes. O contexto da pandemia, no entanto, vai adicionar um elemento novo na equação: a força maior. No caso das incorporadoras, muitas provavelmente vão deixar de entregar obras no prazo pela dificuldade de receber material, porque o Estado decretou que as construções deveriam parar ou proibiu movimentação intermunicipal, impedindo a chegada de operários aos canteiros. Já os compradores podem ficar desempregados ou ter salários reduzidos, também em razão do coronavírus.

“Claro que deverá haver uma benevolência dos juízes em interpretar isso. É bem possível que se dê maior prazo para incorporadores terminarem as obras, desde que se prove que o atraso se deu pela pandemia”, diz Ana Beatriz Barbosa, sócia do escritório Perez&Barros. A recomendação é que as incorporadoras documentem tudo, em uma espécie de diário de obra. O mesmo vale para o comprador que for prejudicado pela pandemia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Época Negócios).

 

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Caixa afirma que quer manter empregos e proteger trabalhador do setor de construção

 

A Caixa Econômica Federal anunciou na quinta-feira (9/4/2020) que dará seis meses de carência para financiamentos de imóveis novos, tanto para pessoas físicas, como jurídicas.

A novidade faz parte do pacote de novas medidas focadas especialmente no crédito imobiliário na tentativa de combater os efeitos econômicos da pandemia do coronavírus.

Pedro Guimarães, presidente da Caixa, estimou que esses seis meses de carência para pessoas e empresas devem ajudar a manter o emprego de 1,2 milhão de trabalhadores da construção civil e deixou um recado para as empresas do setor. “Temos um compromisso com as construtoras, mas não aceitaremos demissões, queremos proteção para o funcionário. Se o funcionário enfrentar problemas ou houver demissões essas regras não valem para a empresa”, disse em coletiva.

A Caixa também informou que tem R$ 43 bilhões destinados aos programas de crédito imobiliário, além dos R$ 111 bilhões anunciados anteriormente para novas linhas de crédito.

“Isso nunca aconteceu e a Caixa mostra alinhamento com o momento de crise que o país enfrenta. Parte da nossa base de clientes é de pessoas com menor renda, por isso, todas as medidas que estamos anunciado valem para todos os clientes em todas as linhas de renda incluindo pessoas jurídicas. Nossa preocupação é com a manutenção de empregos, com os empréstimos e com o programa habitacional. São um total de R$ 154 bilhões para auxiliar os brasileiros. Vamos manter o equilíbrio nesse momento”, afirmou o presidente.

Ainda, Guimarães deixou claro que o banco estenderá prazos e flexibilizará medidas caso a crise se estenda. “A Caixa vai agir e reagir à crise. Se a situação ficar mais grave, poderemos sim ampliar as linhas de crédito para garantir o auxílio a todos”, disse.

 

Veja as medidas anunciadas no âmbito do crédito imobiliário:

 

Pessoas físicas

Para as pessoas físicas, a Caixa disponibilizou algumas opções:

a) A principal medida é a carência de 180 dias para quem desejar comprar imóveis novos. “A novidade vale para qualquer cliente da Caixa, sendo Minha Casa Minha Vida ou média renda. Estamos dando uma folga para o brasileiro realizar o sonho da casa própria”, diz Jair Luiz Mahl, vice-presidente de Habitação da Caixa.

b) As pessoas podem solicitar uma pausa de até 90 dias do pagamento de contratos de crédito: vale para qualquer linha de crédito imobiliário do banco e para todos os clientes. “De clientes do Minha Casa Minha Vida aos clientes de média renda, todos estão contemplados”, reitera Mahl.

Caso os clientes não queiram suspender seus respectivos pagamentos de parcelas, a partir de segunda-feira (13), a Caixa também informou que será possível fazer o pagamento parcial das parcelas. “Nesse caso, o cliente precisa entrar em contato com a Caixa por telefone e informar sua opção e o valor do pagamento”, diz. Telefone de contato Caixa: 0800 726 0101.

c) Clientes que estão construindo de forma individual a casa própria serão vistoriados com modelos digitais. “Faremos vistoria de forma não física para proteger funcionários e clientes”, diz Mahl.

d) Inadimplentes de contratos de crédito imobiliário que não conseguiram pagar as parcelas há mais de 61 dias a partir de segunda-feira (9) terão acesso a pausa de pagamentos também por até 90 dias. “Esses clientes serão contatados ou podem entrar em contato com a Caixa para solicitar o serviço temporário. Nosso objetivo evidente é manter os contratos da Caixa ativos e ao mesmo tempo passar por esse período. Por isso, queremos dar a condição para os cliente, mesmo o que tem prestações atrasadas”, diz o vice-presidente.

Todas as demais medidas entram em vigor a partir desta segunda-feira (13).

 

Empresas

As medidas anunciadas para as pessoas jurídicas valem para pequenas, médias e grandes construtoras.

a) Prazo de carência de 180 dias para início das obras e para iniciar a amortização da dívida das obras concluídas. “Sabemos que o investimento do empresário para iniciar a obra é alto e queremos ajudá-lo a manter seu calendário”, diz Mahl.

b) Antecipação do financiamento pessoa jurídica em valor equivalente a até três meses do cronograma de obra a executar. “A construtora pode solicitar a antecipação desse valor e nós auxiliaremos por meio desses R$ 43 bilhões que estarão disponíveis. Isso gera liquidez para a construtora e uma folga no fluxo de caixa nesse momento difícil”, afirma Mahl.

c) Liberação de recursos de financiamentos não utilizados anteriormente. “Construtoras que já tinham contrato com a Caixa e não tinham usado o recurso de financiamento por qualquer motivo podem solicitar a partir de segunda-feira”, diz o vice-presidente.

d) Prorrogação do cronograma físico-financeiro das obras. “A empresa fica à vontade para reescalonar, reconfigurar a obra sem prejuízo e sem custo adicional à Caixa”, diz Mahl.

e) Pagamento parcial dos encargos por 90 dias. “Como na pessoa física, se a empresa não quiser suspender os pagamentos integralmente, pode optar por continuar pagando parte das parcelas. Também devem entrar em contato com a Caixa”, diz o executivo.

f) Antecipação de até 20% do financiamento em novos empreendimentos.

“Queremos dar uma tranquilidade para as empresas e para os empregados da construção civil, mantendo o setor relevante pra o PIB brasileiro e ativo, e dando condições para que as construtoras possam continuar operando”, afirma o vice-presidente de habitação.

(Infomoney).

 

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A quarentena tem se tornado um cenário assustador para pequenas e médias
empresas. Para Stefan Ligocki, Estrategista de Marketing Vendas, é preciso reagir
para garantir a existência do seu negócio hoje e nos próximos meses. Para isso,
procure posicionar sua marca na crise, tranquilizar seus clientes e cuidar do seu
caixa. Nessa hora vale discutir valores de contratos, conceder descontos e fazer
promoções. Outra sugestão do especialista é investir em marketing digital e de
conteúdo através de redes sociais, blogs e lives: “São ‘conteúdos úteis’ que fazem a
diferença na vida do cliente e, mais do que isso, ajudam a construir ou fortalecer a
reputação da sua marca”.

Então aconteceu. Em um certo dia do início de março de 2020, tudo mudou. A
pandemia do coronavírus chegou ao Brasil e mandou as pessoas para dentro de
casa – a quarentena foi a melhor saída para evitar o contágio e o colapso do sistema
de saúde. Home office, férias coletivas, ruas vazias, empresas fechadas ou
funcionando parcialmente. Um cenário assustador, principalmente para pequenas e
médias empresas, que costumam ter caixa para, no máximo, 30 dias. E agora, como
sobreviver?

Se você é um pequeno empreendedor como eu, antes de mais nada precisa entender
que finalmente chegou o tal mundo VUCA, sigla em Inglês que faz referência a um
cenário volátil, incerto, complexo e ambíguo – a palavra VUCA se tornou famosa nos
últimos anos por ser mencionada no discurso de 9 em cada 10 gestores, mas é a
primeira vez que estamos, DE FATO, vivendo esse contexto imprevisível.

No filme Perdido em Marte (2015), o astronauta Mark Watney, personagem vivido
pelo ator Matt Damon, enfrenta uma tempestade avassaladora e, de repente, percebe
que está sozinho um planeta inóspito, sem o restante da sua equipe e com poucas
chances de sobreviver. Dá para dizer que é mais ou menos como um pequeno
empreendedor brasileiro está se sentindo neste momento. No entanto, se você
assistiu a esse excelente filme, deve lembrar que o personagem entendeu que ficar
em estado de letargia não iria ajudar em nada a garantir a sua sobrevivência e, a
partir daí, foi à luta.

O mesmo vale para pequenos e médios empreendedores. É hora de reagir para
garantir a existência do seu negócio hoje e nos próximos meses. Abaixo, separei
algumas dicas importantes que venho aplicando no meu próprio negócio e sugerindo
para meus clientes. Acompanhe.

 

Posicione sua marca na crise e tranquilize seu cliente

 

A primeira coisa a fazer é posicionar a sua marca no mercado de forma clara.
Imagino que, a essa altura do campeonato, você já deve ter dito ao seu cliente que ele
precisa “ficar em casa” e “lavar as mãos” – se ainda não fez isso, faça, você já está
atrasado. Porém, o mais importante mesmo é informar como a pandemia está
impactando o seu negócio e como isso vai mudar a relação do seu cliente com a sua
empresa.

O seu negócio é baseado em um modelo presencial, ou seja, o cliente precisa ir em
uma loja física para comprar o seu produto ou serviço? Como fica agora? Ele pode
comprar pela internet? Dá pra entregar o seu produto/serviço de forma online? Você
pode entregar na casa do cliente que está em quarentena? É fundamental ter
respostas para todas essas perguntas para que o seu cliente não fique perdido e
acabe encontrando um motivo para ir para a concorrência – sim, você tem
concorrentes até na pandemia.

 

Tenha empatia e entenda o novo momento do seu cliente

 

Não está fácil pra ninguém. Para profissionais liberais e pequenas/médias empresas,
a pandemia do coronavírus foi como aquele gancho de direita que derruba o
boxeador que já vinha apanhando muito junto à lona. Se o dinheiro já estava escasso
no mercado, agora ficou pior ainda. Portanto, é hora de todo mundo ceder um pouco.

Sim, nessa hora vale discutir valores de contratos, conceder descontos, fazer
promoções. Se você atua na área de serviços, principalmente em segmentos no qual
a entrega é mais intangível (assessorias, consultorias, etc), inclua algum tipo de bônus
para o cliente, como um combo (o cliente paga por um serviço e ganha outro “de
graça”).

Ah, você está preocupado porque provavelmente vai trabalhar mais e ganhar o
mesmo ou até menos? Sim. Mas você precisa ser pragmático: é melhor trabalhar
mais do que perder clientes, certo?

É válido destacar ainda que, ao conceder algum tipo de facilidade para o seu cliente,
você está mostrando empatia, você está demonstrando que entende o momento difícil
pelo qual o seu cliente está passando. É esse tipo de atitude que ajuda a fidelizar o
consumidor e, mais do que isso, contribui para atrair novos clientes.

 

Cuide do seu caixa

 

Como mencionei no início desse artigo, levando em conta que a maioria das
pequenas e médias empresas brasileiras costuma ter caixa para sobreviver por
apenas 30 dias, se o seu negócio não tem uma reserva financeira para enfrentar
momentos de dificuldade, provavelmente vai precisar tomar algumas medidas
emergenciais para sobreviver.

Além de “apertar o cinto”, evitando gastos desnecessários na sua empresa, é hora de
renegociar ou postergar dívidas com seus credores e tentar antecipar pagamentos –
bares e restaurantes, por exemplo, que foram bastante impactados pela pandemia,
estão vendendo “vouchers” ao seus clientes agora para serem usados após a
quarentena. É o tipo de solução criativa que pode ajudar o caixa durante a crise.

Se for preciso, verifique linhas de crédito com o seu banco. Se ele não te ajudar
nesse momento terrível, você já tem um ótimo motivo para migrar para a concorrência.

 

Digitalize a sua empresa imediatamente

 

Seja bem-vindo à Era Digital! Se até agora você nunca tinha se preocupado em
“digitalizar” o seu negócio (ou pelo menos parte dele) porque as coisas andavam bem
assim como estavam, sinto muito, mas você acaba de ser “atropelado” pela
transformação digital – para dar o crédito justo, quem “atropelou” o seu negócio na
verdade foi a pandemia do coronavírus, mas o fato é que ela está acelerando a
transformação digital da sua empresa.

Brincadeiras à parte, a verdade é que não há mais como evitar esse movimento de
digitalização do seu negócio.

Com exceção de farmácias, supermercados e alguns outros poucos tipos de negócio,
a venda de qualquer produto ou serviço hoje, em plena quarentena, é feita
exclusivamente pela internet. Aproveite esse momento para começar a atuar online e,
após a quarentena, ter mais um canal de vendas na sua empresa. É na crise que
surgem as oportunidades, amigo!

Também é o momento ideal para você começar a divulgar o seu produto ou serviço
por meio de técnicas e ferramentas de marketing digital e de conteúdo, conforme vou
detalhar no tópico abaixo.

 

Invista em marketing digital e de conteúdo

 

Se a sua empresa é daquele tipo que nunca acreditou muito no poder do marketing
digital e de conteúdo, que nunca teve um site ou perfis/páginas em redes sociais,
lamento informar: se você não fizer nada agora para comunicar sua marca no
mercado, você vai desaparecer em breve. Simples assim. Com pessoas trancadas
em casa, nunca foi tão importante ter uma presença digital consistente.

É hora de investir fortemente em canais e ferramentas de marketing digital – como
redes sociais, sites, blogs, e-mail marketing, vídeos e lives, entre outros – e,
principalmente, produzir conteúdo relevante para o seu cliente.

Se você é proprietário de uma academia de ginástica, por exemplo, pode oferecer no
seu Facebook algumas dicas de como se exercitar com segurança em casa. Ou
realizar uma aula online em uma live no Youtube ou no Instagram.

São “conteúdos úteis” como esses que fazem a diferença na vida do cliente e, mais
do que isso, ajudam a construir ou fortalecer a reputação da sua marca. Acredite, isso
será muito importante quando tudo isso passar e a vida voltar ao “normal”, mesmo
que seja um “novo normal”. Sim, nada será como antes quando, daqui a alguns
meses, esse “novo normal” – que ainda não sabemos bem como será – se
transformar em realidade. E é exatamente por causa disso que você precisa agir
agora.

(Stefan Ligocki – Linkedin).

 

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As pesquisadoras Laura Giurge e Vanessa Bohns publicaram um artigo no Harvard
Business Review com dicas para evitar o burnout durante o home office, pois muitos
trabalhadores colocam uma pressão maior em si mesmos para produzir longe de
seus chefes. Elas alertam que, ao trabalhar de casa, perde-se a diferenciação entre o
pessoal e o profissional, por isso a importância de que mesmo no home office, a
pessoa continue se vestindo como se estivesse indo para o escritório. Giurge e
Bohns também sugerem criar um cronograma e sempre manter a separação entre
trabalho e a vida em casa, além de focar sempre nas grandes tarefas. Trabalhadores
que estão “ligados” o tempo todo têm risco maior de burnout quando trabalham em
casa.

 

Como evitar o burnout durante o trabalho em casa

O home office não te impede de sentir estresse ou até mesmo sofrer síndrome de
burnout: veja algumas dicas para evitar isso.

O trabalho remoto em casa, conhecido como home office, se tornou ferramenta
necessária com a pandemia do novo coronavírus. Estar em casa, no entanto, não
significa que sua saúde mental não pode sofrer das mesmas mazelas que as de um
escritório.

As pesquisadoras Laura Giurge e Vanessa Bohns publicaram um texto no Harvard
Business Review com dicas de como se manter saudável mentalmente e evitar
síndrome de burnout durante o período de home office. Segundo elas, parte do
problema é da pressão que você pode colocar em si mesmo para produzir longe de
seus chefes, aumentando seu estresse e tempo de trabalho.

 

Confira as dicas:

 

Mantenha limites entre a sua vida pessoal e profissional

 

Segundo Giurge e Bohns, a mente humana utiliza diversos marcadores para
determinar quando se está “trabalhando” e quando se está “em descanso”.
Normalmente, envolvem fatores relacionados ao ritual de trabalho. Por exemplo, o
deslocamento de sua casa ao local de trabalho é um marcador, assim como a roupa
que você usa.

Ao trabalhar de casa, esses marcadores são perdidos, misturando o que é pessoal e
o que é profissional. Por isso, elas indicam que você mantenha essa separação no
home office. Mesmo trabalhando de casa, continue se vestindo como se estivesse
indo para o trabalho normalmente. Também ache alguma rotina que substitua o seu
deslocamento diário, como uma leve atividade física.

 

Seja claro com o seu tempo

 

Estar em casa pode te dar algumas responsabilidades a mais que não existiriam no
dia a dia comum de trabalho. Isso vale em especial para quem tem filhos, que
também estão em casa por conta do coronavírus.

Giurge e Bohn acreditam que o melhor a ser feito é ter uma separação clara entre
trabalho e vida em casa. Uma sugestão, por exemplo, é criar um cronograma mais
flexível de trabalho, dedicando algumas horas do dia para cuidar dos filhos, ou ajudar
nos afazeres domésticos.

Elas também acreditam que chefes deveriam abrir o canal de comunicação com seus
funcionários, para que todos tenham tempo para cuidar da família e da casa durante a
crise.

 

Foque no que importa

 

O home office não é hora de se preocupar com assuntos triviais. Segundo as
pesquisadoras, a preocupação com manter a aparência de que se está trabalhando
faz com que funcionários se preocupem com tarefas que demandam muito, mas
podem importar pouco.

Apesar da estratégia de focar em coisas menores ajuda no curto prazo, afeta
negativamente no longo prazo e pode causar burnout. Portanto, o melhor a se fazer é
focar em tarefas maiores e mais importantes.

O tempo do expediente nunca esteve tão fragmentado. Por isso, focar em tarefas
mais importantes podem te ajudar a focar e levar com mais tranquilidade o tempo em
casa.

“Trabalhadores que estão ‘ligados’ o tempo todo têm um risco maior de burnout
quando trabalham em casa, comparado ao trabalho no escritório,” concluem Giurge e
Bohns. “Precisamos encontrar novas maneiras – e ajudar outros a fazerem o mesmo –
para criar tempo longe do trabalho e espaço mental.”

(Época Negócios).

 

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